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Buenosdiasamerica

Perdió el pueblo estadounidense

“Perdió el pueblo estadounidense”

Dice Raúl Reyes en referencia al triunfo de Bush en las últimas elecciones en
los Estados Unidos. “Ganaron los halcones de la guerra, los aventureros
invasores, los traficantes de armas, de alucinógenos y de la muerte en el
mundo”, apunta Reyes, uno de los miembros del Secretariado del Estado
Mayor de las FARC.

10.11.2004 [ANNCOL] A continuación unas cortas impresiones del comandante de
las FARC-EP, Raúl Reyes, sobre las últimas elecciones en EE.UU en entrevista
concedida a nuestro periodista Daniel Santamaría.

¿Cuál es su lectura comandante de las elecciones en los EE.UU y el triunfo de
George Bush?

Con el triunfo de George Bush en las pasadas elecciones ganaron los halcones de
la guerra, los aventureros invasores, los traficantes de armas, de alucinógenos
y de la muerte en el mundo, y perdió el pueblo estadounidense junto a los
sectores pensantes amigos de la paz mundial y el progreso de los pueblos.

¿Para usted, era mejor que hubiese triunfado Kerry?

El triunfo de Kerry bien pudiera haberle dado respiro y aliento, a los
estadounidenses que con justa razón se oponen a la guerra de invasión en Irak,
porque esperan soluciones a sus propios problemas de inequidad social y se
niegan resignados a registrar diariamente la muerte de sus soldados en distintos
lugares del mundo por consecuencia de la política ingerencia e intervención de
su gobierno en los asuntos internos de otros pueblos.

¿Que le espera a Latinoamérica con un presidente como Bush presto a bombardear a
cualquier nación pobre?

A los pueblos de Latinoamérica con el presidente Bush nada distinto a más
guerras, más hambre, pobreza y miseria, nada más les espera.

Yasser Arafat, Presidente da Palestina (1929 – 2004)

Yasser Arafat, Presidente da Palestina (1929 – 2004)

Mohammed Abd el-Rahman Abd el-Raouf Arafat, homen
político Palestino, nascido em 24 de agôsto de 1929,
numa família de notáveis de Al-Qods (Jerusalém), os
Husseini.
Também conhecido pelo seu nome de guerra, Abu Ammar.

Ele participou dos combates na Palestina em 1948,
depois se refugiou em Gaza antes de seguir para o
Cairo onde estudou engenharia civil. Foi presidente da
União dos Estudantes Palestinos de 1952 a 1956,
participou em seguida da guerra de 1956, com a patente
de sub-tenente no exército egípcio. Várias vezes foi
preso por suas atividades políticas no Egito, em 1959
se instala no Kwait onde funda o Fatah, juntamente com
Salah Khalaf (Abu Iyad), Khalil al-Wazir (Abu Jihad),
Mahammud Abbas (Abu Mazen) e Farouk Kadumi (Abu
Loutof). Por causa do grande número de Palestinos, em
boa situação econômica vivendo nos Emirados, e da
grande liberdade que se beneficiam, o Fatah se torna
rapidamente a primeira organização política Palestina.

Depois da derrota Árabe de 1967, e da integração
dentro da O.L.P. (Organização para a Libertação da
Palestina), renovada pelo movimento dos Fedayins que
tinham se formados fora dela, Arafat se torna
presidente do Comitê Executivo designado para o
Conselho Nacional Palestino (C.N.P.), em fevereiro de
1969 e é eleito presidente da Organização. Em 1973,
ele é designado Comandante-em-Chefe de todas forças
combatentes Palestinas. Em 1974 ele vem diante da
Assembléia Geral das Nações com um ramo de oliveira e
uma arma. A simbólica justaposição da Paz e da
Resistência que definiu a vida política da Arafat.

Em 1983, em plena guerra do Líbano, ele é forçado a
deixar Beirute, cercada pelo exército israelense, e
vai para Tunísia, onde são instalado o Quartel-Genaral
da O.L.P.. Em 15 novembro de 1988, ele proclama a
independência da Palestina, onde dota uma moção onde
todas as Resoluções das Nações Unidas são reconhecidas
e pede negociações diretas com “Israel”. Ele é eleito
pelo Conselho Nacional Palestino(C.N.P.) presidente do
Estado da Palestina em abril de 1989.
Em 1993 ele assina a Declaração de Princípios na Casa
Branca, entre a O.L.P. e “Israel”, e em 1994, após
longos anos de exílio ele retorna para a Palestina,
onde é eleito Presidente da Autoridade Palestina
(A.P.) com 87,1% dos votos, na primeira eleição geral,
sob contrôle de observadores internacionais, nos
territórios Palestinos em janeiro de 1996.

Após o fracassodas negociações de Camp David sobre o
“status definitivo”em julho de 2000, Arafat foi
acusado de de “não responder positivamente as
proposições israelenses”. Estas últimas, apresentadas
pelo primeiro ministro Barak e pelo ministro do
interior Shlomo Ben Ammi, foram fontes de desacordos
pois não tratava claramente do status de Al-Qods
(Jerusalém) e das colônias na área de 1967 (West Bank
e Gaza). Enfim, o Estado Palestino seria composto
de“bantustões”na Cisjordania e Gaza, isolados do mundo
exterior.

Depois do início da segunda Intifada (Intifada de
Al-Aqsa), o futuro de Yasser Arafat se tornou incerto.
Abertamente criticado por tropas, que ele parecia não
poder mais controlar, seu poder foi ameaçado pela
estratégia israelense totalmente concentrada na
destruição da infraestrutura e líderes Palestinos da
Resistência.
Ele foi então aprisionado no seu quartel-general
(Muqata), desde dezembro de 2001, sitiado por diversas
vezes pelo exército israelense em 2002. O governo
sionista tenta convencer a comunidade internacional de
boicotá-lo, mas o apelo é rejeitado pelo conjunto dos
países Árabes e europeus. Em fevereiro de 2003, sob
intensa pressão internacional, notadamente os Estados
unidos e União Européia, o líder Palestino é obrigado
a aceitar a criação do posto de primeiro ministro e
assim dividir seu poder. O Conselho Legislativo
Palestino (C.L.P.) aprova a criação deste novo posto
por esmagadora maioria, mostrando assim seu desejo de
reformar a A.P.. Este arranjo permite Arafat de
conservar o contrôle da segurança e da política
exterior, enquanto o primeiro ministro é encarregado
do interior e da formação do governo.

A escolha de Mahammud Abbas (Abu Mazen) para este
cargo, primeiro ministro, é apoiada pelo “quarteto”
(Estados Unidos, Russia, União Européia e pela
O.N.U.), que esperavam que ele fosse capaz de reformar
a A.P. reduzindo os poderes de Arafat, e retomar as
“negociações de Paz”. Mas por causa do conflito pelo
poder ele renuncia a seu posto em 07 de setembro de
2003, e é substituido por Ahmad Qorei (Abu Ala’), que
continua em desavença com Arafat na escolha do posto
do ministro do Interior.

Após a demissão de Abu Mazen, “Israel” ameaçou Arafat
de expulsão e até mesmo de morte, provocando
manifestações através dos Territórios Ocupados e da
comunidade internacional. Recentemente, Arafat foi
novamente ameaçado de morte, medida criminosa que
“Israel” já aplicou contra os líderes espirituais do
Hamas, Sheikh Ahmad Yassin, e seu sucessor, o médico
pediatra Dr. Abdel Aziz Al-Rantissi.
Com a tentativa de marginalizar Arafat, “Israel”
obteve o efeito contrário, e ele ganhou apoio da
população.

Em novembro de 2004, Arafat voou de sua Muqata
(quartel-general) em Ram Allah – Palestina para
França, onde em um hospital militar Percy de Clamart,
no subúrbio de Paris recebeu tratamento para sua grave
e misteriosa doença. Diferentes informações afirmaram,
em 03 de novembro de 2004, que Arafat estava em coma
ou era apoiado por aparelhos para sobreviver, outros
declararam que a situação era estável e reversível.

Hoje, 11 de novembro de 2004 , as fontes oficiais
médicas do Hospital de Percy, declararam que Yasser
Arafat faleceu as 04:30 desta manhã em Paris.

O funeral será na mesquita Fayçal no Cairo, e em
seguida será enterrado em Ram Allah, na sua Muqata
(quartel-general) nos Territórios Palestinos Ocupados,
onde passou os últimos três anos de sua vida como
prisioneiro da entidade sionista; “Israel”.
Seu desejo de ser enterrado em Al Qods (Jerusalém), a
eterna capital da Palestina, foi negado pelos
ocupantes sionistas que desprezam os Direitos
inalienáveis do Povo Palestino; tanto na vida quanto
na morte.

Nuestra patria es América

Nuestra patria es América

Alfredo Pierre



La importancia que adquiere el conflicto colombiano, en el actual contexto mundial crece, revistiendo una mayor peligrosidad para nuestro continente, el apoyo a la actual política Norteamericana, en medio de una repulsa mundial, de las más vigorosas que se han levantado contra dicha administración, de cara a la agresión al pueblo irakí. La traducción de esta política, fue una inmediata erogación de nuevos préstamos para la guerra, a un país que recibe la mayor ayuda militar en nuestro continente y el cuarto en el mundo.

Los antecedentes de estas relaciones están avaladas en un conjunto de actitudes y hechos, que acompañan la visión desarrollada en estos últimos 7 meses del gobierno colombiano, que lo caracterizan en todos los frentes, económico, político, diplomático y militar. Pasando a señalar las que a nuestro juicio son las más relevantes:
El presidente Uribe Vélez llamó a la presencia de tropas estadounidenses, en el Caribe y el Pacífico, agrediendo la soberanía de otros pueblos.

El presidente Uribe, trata de marcar diferencias con los países fronterizos, instando a sus gobiernos a estar con el, o contra el, alrededor de la caracterización que él tiene de las FARC- EP, como una organización terrorista, pretensión en la que fracasó.

El presidente y los funcionarios del gobierno colombiano, en claro servilismo a los gringos, vienen dando declaraciones sobre el proceso venezolano y su presidente, Hugo Chávez, que lo inmiscuyen en los asuntos internos de ese país y lo incriminan en los delitos de la oposición venezolana.

El gobierno de Uribe incrementa el accionar militar, mediante el reclutamiento a campesinos, en lo que han dado por llamar “ejército campesino”, como con la creación de una red de más de un millón de colombianos para labor de inteligencia, crea las llamadas zonas de rehabilitación, con legislación de guerra. Hasta el momento, sus estrategias militaristas pocos resultados le han dado, por lo cual trata de obtenerlos en los medios de información.

El gobierno de Uribe no solo basa en teorías su política económica del “libre comercio” y de inversiones, a partir de una formula axiomática: a mayor inversión en la seguridad militar, mayor inversión y desarrollo del libre comercio. Estos antecedentes, funcionan en un esquema y modelo solo de terror y la exclusión, sin dejar espacios para la alternatividad de las ideas y de su organización en la actual sociedad Colombiana.

Estando ante una sociedad militarizada, dependiente cada vez más a los designios de la política del norte, en que los medios informativos concentrados en pocas manos, están enmarcados bajo el signo de la guerra psicológica y no en el de una información objetiva de los hechos.

De ahí la peligrosidad de este gobierno y de su desarrollo, que a todas luces tiene como propósito, convertirse en una fortaleza de agresión dada su naturaleza que lo marca en solo 7 meses de gestión.

Los pueblos de América Latina y el Caribe, más que atentos a la evolución de este tipo de gobierno, debemos adoptar medidas más enérgicas que conlleven a su aislamiento hasta llegar a la extirpación. Este gobierno no solo se conforma y complace en violar a diario los derechos mas elementales de su pueblo, sino que en su escalada incursiona en las amenazas directas que deja traslucir con su actitud a los pueblos de nuestro continente.

Por eso, es imperioso redoblar nuestros esfuerzos en la solidaridad real y concreta con la lucha del pueblo colombiano con nuevas iniciativas, para derrotar los planes que se desarrollan como parte de la agenda estratégica imperialista como el plan Colombia y su complemento la Iniciativa Regional Andina, parte integral del plan de reposicionamiento geoestratégico, militar y económico de los gringos, contenido en el ALCA.

La lucha de colombianos y colombianas es nuestra lucha, porque como afirmó Bolívar “Nuestra patria es América”

OLIGARQUIA Y PARAMITARISMO SIEMPRE JUNTOS

OLIGARQUIA Y PARAMITARISMO SIEMPRE JUNTOS

La última semana de septiembre los medios de comunicación y analistas políticos pusieron el grito en el cielo y dieron como primicia que “el paramilitarismo se tomó el país”,como si fuera la gran “chiva” del año y el despejede un misterio guardado celosamente.

Ese monstruo que desangra al pueblo colombiano diariamente es bien conocido por todos, desde las dos últimas décadas.

La denuncia fue silenciada rápidamente. Los paramilitares amenazaron de muerte a varios periodistas por decir lo que debían callar y romper el silencio que habían guardado durante largos años. El gobierno, a su vez desvirtuó la noticia con premura cómplice, para bajarle calor a la presión que se estaba creciendo, contraria a sus amigos carnales.

Y eso que lo dicho apenas bordea los ribetes de lo permitido, sin tocar el fondo del problema, ni descorrer el velo de familias “honorables” y fortunas que posan de “santas”, siendo que están salpicadas de sangre y lágrimas de colombianos despojados de la vida y los bienes, en distintos momentos históricos.

Remontando los primeros días de la independencia, caudillos militares, comerciantes y terratenientes armaron grupos paramilitares para imponer y defender sus intereses y consolidar la estructura de poder en desarrollo que reemplazó la colonial, en ocho guerras civiles y medio centenar de alzamientos armados, durante el siglo XIX.

Funesta herencia conservada por una oligarquía avara y sin escrúpulos que ha contado para sus fechorías con el aval de su Estado.

Durante el siglo pasado los señores de la tierra y “gamonales” apoyados por autoridades locales y paramilitares a sueldo impusieron “su ley” a base de despojos, terror y crímenes atroces.

En las primeras décadas ahogaron en sangre la lucha de los recolectores de café en las haciendas cafeteras, de los obreros del petróleo y del banano; obstruyeron el intento de justicia con los “aparceros” en la ley 200 de 1936; destruyeron resguardos, comunidades indígenas y afro colombianas, y las despojaron convirtiendo las tierras ancestrales en hatos ganaderos, ingenios azucareros y haciendas cafeteras.

Los Castro y Araujo despojaron a los Aruhacos, Kogis, Kankuamos, Chimilas y Yucos de las tierras planas de los departamentos del Cesar y el Magdalena y los arrinconaron en los altos picos de la Sierra Nevada de Santa Marta y la Serranía del Perijá. Los Guerra Tulena, De La Espriella, García, Marteloy Botero, robaron las tierras de los Sinúes en las sabanas de Córdoba, Sucre y centro de Bolívar y condenaron a sus verdaderos dueños a trabajar como peones de finca en finca. Los Mosquera, López, Arboleda; los Eder, Lloreda y Caicedo robaron a Paeces, Guambianos, Coconucos y afro colombianos, las tierras comunitarias de las llanuras del Cauca y el Valle del Cauca.

En la década del cincuenta el régimen franquista del “carnicero” Laureano Gómez organizó, armó y extendió grupos paramilitares a todo el país, de la mano de la policía y del Servicio de Inteligencia Colombiano (SIC), con el lema de defender la religión, eliminar el peligro comunista y los “filocomunistas” del partido liberal.

En nombre del “corazón de Jesús”y el “unanimismo” fueron asesinados cerca de trescientos mil campesinos y miles y miles más fueron desarraigados de sus tierras. Los predios cambiaron de dueño en virtud del crimen, el despojo y la impunidad.

Políticos, terratenientes y paramilitares responsables de esos crímenes atroces en ese entonces, hoy aparecen como familias riquísimas con apellidos “honorables”.

En la década del sesenta surgió otro tipo de paramilitarismo patrocinado por el gobierno de los Estados Unidos e inspirado en la política de Seguridad Nacional.

La misión que llegó al país en 1961 dirigida por el general Yarbourough, orientó crear las milicias campesinas, diseñadas como apéndice de las fuerzas militares e instrumento civil para contrarrestar el surgimiento de guerrillas revolucionarias en el campo.

Puerto Boyacá y San Juan Bosco de La Verde, en el Magdalena Medio, Saisa en Urabá y otras comunidades fueron involucradas en el conflicto interno, a partir de esa directiva.

Este paramilitarismo, ligado a terratenientes y enclaves petroleros, alternó tareas como informantes del ejército y ejecutores de operaciones encubiertas de guerra sucia. En los años setenta destruyeron el movimiento campesino y asesinaron un número considerable de líderes que luchaban por la reforma agraria, bajo la consigna de “la tierra para el que la trabaja”. Fueron asesinados Gustavo Mejía en el Cauca y Sinforoso Navarro en Risaralda, entre muchos otros.

En la década del setenta surgió el tipo de paramilitarismo actual, al servicio del narcotráfico. Este en poco tiempo tomó fuerza, se volvió aliado del Estado y absorbió los grupos constituidos por el ejército.

Con el “boom” de la marihuana en el mercado internacional se multiplicaron los cultivos y se organizó el negocio de las drogas de mano de terratenientes, comerciantes y contrabandistas en la costa Atlántica, principalmente. Los nuevos ricos hicieron valer “su ley” y poder valiéndose de grupos de matones a sueldo.

Este es el origen del paramilitarismo de Hernán Giraldo, Chepe Barrera, y los hermanos Macías en el Magdalena, y de las fortunas de los Char, Dávila, Restrepo, Pupos y otras familias de Santa Marta, Barranquilla, Valledupar y la Guajira.

Posteriormente, con el auge de la cocaína surgieron los poderosos carteles de la droga de Medellín y Cali, quienes acumularon una fortuna inmensa, montaron una costosa infraestructura delictiva y organizaron tenebrosos ejércitos privados que les aseguraron zonas de seguridad, rutas de exportación y les barrió los enemigos del camino.

A fuerza de intimidación y dinero penetraron el Estado y se abrieron cómodos espacios en la vida económica, política y social del país.

Mandos de la policía, el ejército y la fiscalía entraron a la contabilidad de los capos y el dinero de éstos eligió presidentes y congresistas. Y lo que faltaba, las fuerzas militares sellaron alianzas con los jefes del narcotráfico para involucrarlos en los planes contrainsurgentes, con tareas de guerra sucia.

Cuando entró en desgracia el cartel de Medellín y se convirtió en propósito principal de la política oficial eliminar a Pablo Escobar, se concertó una nueva alianza entre los narcos enemigos de Escobar y el gobierno de César Gaviria, la DEA y la Fiscalía. Carlos Castaño, Adolfo Paz y otros narcotraficantes integrantes del tenebroso grupo de los “PEPES” (Perseguidos de Pablo Escobar) ganaron reconocimiento por su papel cumplido en la destrucción del cartel y les indultaron las penas pendientes.

La alianza con el sector de Castaño, Mancuso y Adolfo Paz se fortaleció con la vinculación de éstos en el plan contrainsurgente diseñado por la cúpula militar para acabar con la guerrilla, bajo el lema acuñado por el general paramilitar Harold Bedoya: “Colombia sin guerrillas” en el siglo XXI.

Amparados en la estrategia contrainsurgente, apoyados por la fuerza pública, por gremios económicos y dueños de una economía incalculable, a estos narcotraficantes les quedó fácil multiplicar e implantar grupos paramilitares en casi toda la geografía del país, en menos de diez años. A fuerza de crímenes atroces, terror y cascadas de dinero desarraigaron a más de tres millones de campesinos y se adueñaron del cincuenta por ciento de las mejores tierras del país.

De esta ofensiva no se escaparon terratenientes, empresarios ni políticos que a pesar de ser sus amigos, les quitaron tierras y bienes o los obligaron a vender a menos precio, y a otros marginarse de la política. Los casos más resaltantes están en los departamentos de la costa atlántica, (Córdoba, Sucre, Magdalena y Cesar) donde la clase política tradicional fue reemplazada por los amigos de Castaño, Mancuso y Jorge 40.

Con la fuerza pública a su favor, el control de regiones, de rutas de exportación y la telaraña de negocios desarrollados libremente, les quedó fácil inundarel mercado internacional de droga e irrumpir en la vida política del país con candidatos propios. El gobierno conoce perfectamente esta realidad pero de manera cómplice aparenta ignorar la existencia de este Estado paralelo.

La guerrilla no fue arrasada, ni debilitada estratégicamente, como lo soñaron los estrategas del mercado de la droga, de la guerra y de la muerte. Del plan salieron favorecidos los narcoparamilitares aliados del gobierno que se enriquecieron descomunalmente y acumularon mucho poder en poco tiempo.

El fracaso de ese plan contrainsurgente, el desbordamiento de la criminalidad del monstruo amamantado por el Estado incapaz de controlarlo, el rechazo nacional e internacional a los crímenes atroces y el negocio del narcotráfico, convirtieron a los paramilitares en aliado incómodo, del que necesita zafarse el gobierno.

Uribe Vélez, a diferencia de los gobiernos anteriores que se negaron a darles reconocimiento político, anda tejiendo tramoyas a espaldas del país en una negociación que busca, entre otras cosas, apartar esa carga siniestra y maloliente, sin distanciarlos como socios políticos, ni maltratarlos para que callen los secretos y oculten los hilos de la tragedia y la crisis humanitaria que vive el país.

¿Qué se negocia en Santa Fe de Ralito? Lo que se puede negociar con narcotraficantes, bandidos y criminales, como los llamó el embajador gringo de Bogotá: reclaman que no los extraditen, les borren los crímenes de lesa humanidad, les legalicen la economía, les reconozcan títulos de las tierras robadas o adquiridas bajo presión y los habiliten como políticos.

Van tras un pacto de perdón y cuenta nueva, similar al firmado en 1957 que dejó en la impunidad los crímenes atroces, en el olvido los trescientos mil colombianos asesinados en la violencia del cincuenta y los verdugos lavados en las aguas “purificadoras” del Frente Nacional.

Hacia la impunidad lleva Uribe las negociaciones de Ralito, interesado en echarle tierra a los crímenes atroces y resolver favorablemente la situación a los paramilitares afectos y puntales fuertes en su reelección como presidente.

En esta ocasión no puede repetirse la historia permitiendo que los crímenes atroces, las masacres y los asesinatos cobardes, el robo y despojo de los campesinos se reduzcan a insumos de crónicas, registros de cifras aproximadasy fotografías de ruinas, dolor y muerte engalerías.

La conciencia de la Nación nopuede permitir que “mochacabezas” y descuartizadores, futbolistas que juegan pelota con la cabeza de las víctimas y pirómanos que queman casas, destruyen cultivosy expulsan acampesinos de sus predios se conviertan, en virtud de un pacto infame, en prósperos empresarios e importantes políticos de mañana.

El país debe conocer la verdad, que se esclarezcan los crímenes y salga a flote la estructura de guerra sucia que campea en las instituciones del Estado impunemente; que se haga justicia, se descorra el velo y los responsables de la tragedia colombiana respondan por los crímenes; que se repare a las víctimas, se restablezca el tejido social y les regresen las tierras robadas a los tres millones de desarraigados.

Que el país sepa quiénes están tras el monstruo que devora al movimiento social, quiénes hacen los planes y orientan los asesinatos selectivos de los líderes sociales y las terribles masacres.

Esclarecer la verdad y recuperar la memoria histórica, hacer justicia y reparar las víctimas, debe ponerse al centro en Santa Fe de Ralito.

BOLIVIA-TRABAJO INFANTIL

BOLIVIA-TRABAJO INFANTIL

Los niños mineros de Bolivia
Según el director general del Trabajo de Bolivia Williams Aparicio, más de trece mil niños trabajan en las minas del país, a pesar que el Estado ratificó los convenios internacionales que prohíben el trabajo infantil.

Williams Aparicio, dijo que la minería artesanal ocupa a unos 13.500 menores en Bolivia, y que esta situación se agrava debido a que algunos empleadores buscan contar con mano de obra barata y flexible.

El Estado boliviano ratificó el "Convenio Internacional 182" que prohíbe el trabajo en sus peores formas como en la minería, la zafra y la explotación sexual comercial.

El Ministerio de Trabajo estima que en el país hay cerca de un millón de niños, niñas y adolescentes que sufren alguna forma de explotación laboral.

El Programa de Acción de Fortalecimiento Institucional en Bolivia, considera que el problema de la explotación infantil trasciende el ámbito meramente social, porque sus raíces están asentadas en la pobreza, la exclusión y la marginación.

Este programa es parte del Plan Subregional de la Organización Internacional de Trabajo, para la prevención y eliminación progresiva del trabajo infantil en la minería artesanal en Bolivia, Ecuador y Perú.(PULSAR/BOLPRESS

PARAGUAY-DOCENTES

PARAGUAY-DOCENTES

Docentes siguen de paro pese a las amenazas del gobierno
La Federación de Educadores Paraguayos anunció que seguirán con la huelga por tiempo indeterminado, en reclamo de un incremento salarial, a pesar que el gobierno nacional dijo que sancionará a los maestros que acaten la medida.

Marcos González, integrante de la Federación, dijo que los maestros seguirán con el paro para exigir la implementación de un salario acorde con el costo de vida y cuestionó la notificación del Ministerio de Educación contra la huelga.

Corina Flacón, presidenta del gremio, reiteró que la protesta continuará mientras persista la inacción del gobierno para satisfacer las reivindicaciones de los profesores.

Por otra parte, los docentes nucleados en la Federación de Educadores de Paraguay, realizaron una manifestación ante la Cámara de Diputados, para exigir un aumento del Presupuesto para el 2005, en las partidas para el sector de la educación.

Carlos Parodi, vicepresidente de la FEP, aseguró que a la manifestación se plegaron numerosos colegios, en apoyo a los miles de docentes que cumplen el segundo día de paro.

La Federación de Educadores exige aumento salarial y la incorporación de beneficios sociales dentro del presupuesto de gastos para el 2005.

Por su parte, el Ministerio de Educación y Cultura, advirtió que sancionará a los profesores que participen en el paro.

La ministra de Educación, Blanca Ovelar, anunció que la justicia aprobó un recurso de amparo contra la huelga a fin de "hacer cumplir" el calendario escolar, medida, que según advirtió, será verificada por la Fiscalía y la policía.(PULSAR)

GUATEMALA-MUJERES

GUATEMALA-MUJERES

Diputadas guatemaltecas reaccionan ante crímenes de mujeres
Legisladoras del Congreso de Guatemala emprendieron acciones para la aprobación de leyes que tiendan a erradicar la violencia que afecta a las mujeres del país, donde más de 400 fueron asesinadas durante este año.

Con independencia de su filiación política, las 13 legisladoras del congreso guatemalteco propusieron realizar un seguimiento a las investigaciones sobre crímenes de mujeres.

Las congresistas solicitaron al pleno del Parlamento, la aprobación de un acuerdo para que la Comisión de la Mujer, supervise las pesquisas de la Policía Nacional Civil y el Ministerio Público por los crímenes contra mujeres.

Aura Marina Otzoy, presidenta de la Comisión de la Mujer del Congreso, señaló que planean sostener entrevistas con el director de la policía nacional, Edwin Sperisen, y el fiscal general, Juan Luis Florido, para exponerles sus propuestas.

Entre las leyes que pretenden sean sancionadas por el Congreso, Otzoy mencionó la tipificación de nuevas figuras delictivas, el acoso sexual y el abuso intrafamiliar, así como modificar un artículo del Código Penal que exime de responsabilidad penal a un violador, si éste se casa con su víctima.

Según datos de organizaciones de mujeres y organismos internacionales este año fueron asesinadas más de 400 mujeres. Durante el 2003 murieron de igual forma 383 y alrededor de mil trescientas desde 2001.(PULSAR)

ECUADOR-GUTIÉRREZ

ECUADOR-GUTIÉRREZ

Renuncia ministro mientras se trata destitución presidencial
Mientras el congreso debate la conformación de una Comisión Especial que analizará el inicio de un juicio político al presidente, Lucio Gutiérrez, el ministro del Interior Raúl Baca renunció a su cargo.

En su carta de renuncia Baca afirmó que "la coyuntura que afronta el gobierno parece requerir de otro tipo de estrategias o de hombres para persistir en la consolidación de la estabilidad".

"Lo importante es que la estabilidad lograda hasta hoy no corra el más mínimo riesgo de fracturarse "agregó la misiva del ex ministro del Interior.

El congreso trata por primera vez en la historia democrática de Ecuador trata la conformación de una comisión especial que analice el comienzo de un proceso de juicio político contra el presidente Lucio Gutiérrez, por los supuestos delitos malversación de fondos públicos y cohecho.

Los legisladores de los opositores partidos Social Cristiano, de derecha; Izquierda Democrática, socialdemócrata; Pachakutik, brazo político de los indígenas, y el Movimiento Popular Democrático, de izquierda , presentaron el jueves el pedido de enjuiciar al jefe de estado.

Para conformarse la comisión que lleve adelante el juicio al presidente, los opositores necesitan 51 votos favorables y luego dar paso a una moción de censura, que deberá contar con el apoyo de un mínimo de 67 diputados para concretar la destitución de Gutiérrez.

Sin embargo, el oficialismo confía en que la oposición no alcance el número de votos necesarios para comenzar el proceso y comenzó a cuestionar jurídicamente la posibilidad de iniciar el juicio.(PULSAR)